O coeficiente humanístico
Resumo
O homem, contrariando a tradição bíblica, não é feito de barro, a moldar, mas de fluxo, a acompanhar. Ao defender a presença de um “coeficiente humanista” na investigação sociológica, Znaniecki (1934) consagra-se como precursor da epistemologia do singular (Ferraroti, 1983). O sociólogo deve atender ao modo como os indivíduos traduzem na sua experiência de vida as lógicas institucionais que os envolvem. As dobras, os fluxos e os fragmentos das histórias de vida convocam a diferença e a individuação.
Palavras-chave
coeficiente humanístico; individuação; fluxos
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Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)
Universidade do Minho