Jovens nos ecrãs: a fronteira invisível no quotidiano

Enrickson Varsori, Lídia Oliveira, Ana Melro

Resumo


A mediação e presença significativa dos dispositivos-ecrã no quotidiano ganham atenção no que se refere ao uso social do tempo e à reconfiguração das atividades conforme a disponibilidade e acesso às tecnologias. Se questionarmos quanto tempo por dia um indivíduo passa em frente a diferentes ecrãs seremos conduzidos a refletir sobre a importância deste sistema de mediação na mudança de perceção e das relações.
Neste contexto, o presente artigo propõe apresentar os resultados das sessões focus groups (grupos de discussão) realizadas com jovens do Ensino Básico e Secundário de escolas públicas portuguesas, no âmbito da dissertação “Os dispositivos-ecrã no quotidiano dos jovens portugueses: A mediação-ecrã no uso social do tempo”, realizada na Universidade de Aveiro. A aplicação da técnica focus groups com os estudantes dá um contributo significativo no que respeita à compreensão do fenómeno contemporâneo que se expressa na apropriação compulsiva destes dispositivos nas rotinas quotidianas, formando uma nova fronteira invisível que une os que estão distantes e, por vezes, separa os que estão próximos.

Palavras-chave


ecrãs; jovens portugueses; quotidiano; uso social do tempo

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Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)
Universidade do Minho